domingo, 29 de março de 2009

Azar ou Sorte?

Será que este homem teve um azar brutal ou uma sorte nunca antes vista. Aqui está uma notícia de ontem:

Japonês sobreviveu à explosão de duas bombas atômicas
Tsutomu Yamaguchi testemunhou ataques a Hiroshima e Nagasaki, em 1945

Se alguém pode dizer que foi, ao mesmo tempo, vítima de azar extremo e favorecido pela sorte grande é o japonês Tsutomu Yamaguchi.

Atualmente com 93 anos, ele se tornou ontem – 64 anos depois do fim da II Guerra Mundial –, a primeira pessoa a ser oficialmente reconhecida pelas autoridades de seu país como sobrevivente de duas bombas atômicas, a de Hiroshima, lançada pelos EUA em 6 de agosto de 1945, e a de Nagasaki, jogada três dias depois. Nas duas ocasiões, o japonês estava dentro de um raio de três quilômetros do “marco zero”, o epicentro da explosão.

Yamaguchi já era oficialmente um “hibakusha”, ou sobrevivente da radiação. A comprovação de que uma pessoa sobreviveu ao bombardeio garante ajuda financeira mensal do governo do Japão, check-ups gratuitos e auxílio-funeral. No entanto, o valor recebido por Yamaguchi não dobrará ou aumentará pelo fato de ele ter sido vítima de dois ataques.

Em 6 de agosto de 1945, o japonês estava em Hiroshima em viagem de negócios quando o avião B-29 americano Enola Gay lançou a bomba atômica “Little Boy” sobre a cidade. Ele sofreu sérias queimaduras no peito e nas costas e passou a noite em um abrigo antiaéreo. Outras 140 mil pessoas não tiveram tanta sorte e perderam a vida imediatamente ou nos meses seguintes, devido à radiação. No dia 7, sem sequer ter entendido direito o que havia acontecido, Yamaguchi pegou o trem de volta para a cidade onde morava, a 290 quilômetros de distância – Nagasaki. No dia 9, testemunhou a explosão da segunda bomba, a “Fat Man”, que matou outras 70 mil pessoas.

Enquanto muitos sobreviventes morreram prematuramente devido a câncer e doenças do fígado causados pela exposição à radiação, Yamaguchi permanece com boa saúde para sua idade, a não ser pela quase surdez em um ouvido e pelas reclamações de que suas pernas estão “ficando fracas”. Seu próprio filho, que era um bebê em 1945, morreu de câncer aos 59 anos.

A vida a cores???

segunda-feira, 23 de março de 2009

Um grande abraço...

Há dias assim... Quando menos se espera vêm ter connosco sensações e pessoas que nos motivam e nos fazem sorrir. Este fim de semana tivemos a visita da Rita e do pequeno Martim. Bela risada. Faz-nos bem rir e por vezes alhearmo-nos da própria realidade. É claro que a amiga Carla também lá esteve. Por tudo, obrigado amigos.