segunda-feira, 19 de abril de 2010

quarta-feira, 3 de março de 2010

Manifesto Homeoestécico

UM LABREGO EM NOVA IORQUE





Algumas meditações de Mickey M.

sobre a moralidade Yanquee



















¾ o polvo e o ornitorrinco



Ernesto o ornitorrinco honesto passa debaixo do apartamento do bruto Sharkey, o polvo.



¾ ó polvo, diz o ornitorrinco, eu gostava de ser invertebrado como tu...



¾ Puet! replica o polvo com tédio.









Moral



TILT !!!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Para a minha princesa…

Stay.

Green light, Seven Eleven
You stop in for a pack of cigarettes
You don't smoke, don't even want to
Hey now, check your change
Dressed up like a car crash
Your wheels are turning but you're upside down
You say when he hits you, you don't mind
Because when he hurts you, you feel alive
Hey babe, is that what it is
Red lights, gray morning
You stumble out of a hole in the ground
A vampire or a victim
It depend's on who's around
You used to stay in to watch the adverts
You could lip synch to the talk shows
And if you look, you look through me
And when you talk, you talk at me
And when I touch you, you don't feel a thing
If I could stay...
Then the night would give you up
Stay...and the day would keep its trust
Stay...and the night would be enough
Faraway, so close
Up with the static and the radio
With satelite television
You can go anywhere
Miami, New Orleans
London, Belfast and Berlin
And if you listen I can't call
And if you jump, you just might fall
And if you shout, I'll only hear you
If I could stay...
Then the night would give you up
Stay...then the day would keep its trust
Stay...with the demons you drowned
Stay...with the spirit I found
Stay...and the night would be enough
Three o'clock in the morning
It's quiet and there's no one around
Just the bang and the clatter
As an angel runs to ground
Just the bang
And the clatter
As an angel
Hits the ground

sábado, 28 de novembro de 2009

Marretas

E agora cá vai o video mais visto dos ultimos tempos.

domingo, 25 de outubro de 2009

Dr. Robert...

E andava eu a ver o "Across The Universe" quando me deparei com esta preciosidade.

domingo, 18 de outubro de 2009

I'm older now...

Como dizia o jay jay johansson estou mais velho agora, muito mais velho do que quando era novo.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Para o meu gato... Adeus Zorbas! Que sejas muito feliz onde quer que estejas. Obrigado por estes 10 anos. O ÚLTIMO VOO!

O gato grande, preto e gordo estava a apanhar sol na varanda, ronronando e meditando acerca de como se estava bem ali,recebendo os cálidos raios pela barriga acima, com as quatro patas muito encolhidas e o rabo estendido.
No preciso momento em que rodava preguiçosamente o corpo para que o sol lhe aquecesse o lombo ouviu o zumbido provocado por um objecto voador que não foi capaz de identificar e que se aproximava a grande velocidade. Atento, deu um salto, pôs-se de pé nas quatro patas e mal conseguiu atirar-se para um lado para se esquivar à gaivota que caiu na varanda.
Era uma ave muito suja.Tinha todo o corpo impregnado de uma substância escura e malcheirosa.
Zorbas aproximou-se e a gaivota tentou pôr-se de pé arrastando as asas.
— Não foi uma aterragem muito elegante — miou.
— Desculpa. Não pude evitar — reconheceu a gaivota.
— Olha lá, tens um aspecto desgraçado. Que é isso que tens no corpo? E que mal que cheiras! — miou Zorbas.
— Fui apanhada por uma maré negra. A peste negra. A maldição dos mares. Vou morrer — grasnou a gaivota num queixume.
— Morrer? Não digas isso. Estás cansada e suja. Só isso. Porque é que não voas até ao jardim zoológico? Não é longe daqui e lá há veterinários que te poderão ajudar — miou Zorbas.
— Não posso. Foi o meu voo final — grasnou a gaivota numa voz quase inaudível, e fechou os olhos.
— Não morras! Descansa um bocado e verás que recuperas. Tens fome? Trago-te um pouco da minha comida, mas não morras — pediu Zorbas, aproximando-se da desfalecida gaivota.
Vencendo a repugnância, o gato lambeu-lhe a cabeça. Aquela substância que a cobria, além do mais, sabia horrivelmente. Ao passar-lhe a língua pelo pescoço notou que a respiração da ave se tornava cada vez mais fraca.
— Olha, amiga, quero ajudar-te mas não sei como. Procura descansar enquanto eu vou pedir conselho sobre o que se deve fazer com uma gaivota doente — miou Zorbas preparando-se para trepar ao telhado.
Ia a afastar-se na direcção do castanheiro quanto ouviu a gaivota a chamá-lo.
— Queres que te deixe um pouco da minha comida? — sugeriu ele algo aliviado.
— Vou pôr um ovo. Com as últimas forças que me restam vou pôr um ovo. Amigo gato, vê-se que és um animal bom e de nobres sentimentos. Por isso, vou pedir-te que me faças três promessas. Fazes? — grasnou ela, sacudindo desajeitadamente as patas numa tentativa falhada de se pôr de pé.
Zorbas pensou que a nobre gaivota estava a delirar e que com um pássaro em estado tão lastimoso ninguém podia deixar de ser generoso. — Prometo-te o que quiseres. Mas agora descansa — miou ele compassivo.
— Não tenho tempo para descansar. Promete-me que não comes o ovo — grasnou ela abrindo os olhos.
— Prometo que não te como o ovo — repetiu Zorbas.
— Promete-me que cuidas dele até que nasça a gaivotinha.
— Prometo que cuido do ovo até nascer a gaivotinha.
— E promete-me que a ensinas a voar — grasnou ela fitando o gato nos olhos.
Então Zorbas achou que aquela infeliz gaivota não só estava a delirar, como estava completamente louca.
— Prometo ensiná-la a voar. E agora descansa, que vou em busca de auxílio — miou Zorbas trepando de um salto para o telhado.